sexta-feira, 12 de abril de 2013

Resumo: livro: Período interbíblico. Parte 1

                      O período Interbíblico – 400 anos de silêncio profético.

Introdução.
Depois da pregação do profeta Malaquias, o cânon sagrado do antigo testamento foi concluído. A partir dai haveria 400 anos de silêncio profético até o advento de Cristo. Durante muito tempo, esse período de silencio recebeu pouca atenção. Essa foi a razão por que escrevi este livro em 1951. Não exaure a matéria; não se detém em minucias: aponta sim, um roteiro, e marca as balizas maiores de uma jornada de quase quatro séculos.
1: Definição, ambiente e fontes históricas.
O Período Interbíblico tem inicio com a interrupção da atividade profética entre o povo de Deus. Transcorreram nada menos que 400 anos. No transcurso desses anos houve mudanças radicais, na terra e na vida do povo do Senhor, como também na vida e nos costumes das nações gentias. Os 400 anos do período Interbiblico caracterizam-se pela cessação da revelação bíblica, nenhum profeta se levantou em nome de Deus. Durante o período Interbiblico os judeus vieram sob o domínio consecutivo de três nações: Persas, Grécia e Roma.
Ambiente.
O judaísmo no Novo Testamento difere substancialmente do Antigo Testamento. Antes do inicio do período Interbiblico, as tribos de Israel já haviam desaparecido.  Nesse tempo, a esperança messiânica cresceu em seus corações. Por conseguinte, a religião do Senhor, mesmo no cativeiro, foi preservada. As transformações politicas na vida dos judeus não foram menores. Essa tradição entre o poderio persa e romano, mediado pelo grego ou macedônico, não a encontramos na Bíblia, porque ocorreu nos anos de silencio divino.  Encontrado Novo Testamento uma onda invasora de influencia grega. As sinagogas, na propagação do cristianismo, são relevantes. Durante o cativeiro apareceram diversas seitas politico-religiosas.
Fontes históricas.
As fontes históricas de informações para análise e estudo do Período Interbiblico vêm-nos, sobretudo, de Flávio Josefo e da literatura apócrifa.
Flávio Josefo.
Josefo escreveu obras de incontestável valor.
1-        Guerras judaicas;
2-        Antiguidade dos judeus;
3-        Contra Apion;
4-        Autobiografia;
Literatura apócrifa.
A qual surgiu nos anos que medeiam de Malaquias a João Batista.
Definição
Diversos nomes foram dados à literatura desse período:
1-        Apócrifa. É um vocábulo grego que significa “oculto”. Rejeitado por judeus e protestantes.
2-        Pseudoepigráfica. Nome dado aos escritos judaicos extra bíblicos ou não inspirados do antigo Testamento.
3-        Apocalíptica. Esse termo significa “revelado”.
Data
A questão mais angustiante dos apócrifos, sem duvida, é a que diz respeito a sua cronologia.
Local
Se a questão cronológica é quase insolúvel, não menos é a do local onde os apócrifos foram produzidos.
Autores
Determinar os autores dos apócrifos é uma questão complicada para os críticos. Pela data e pelo local em que cada apócrifo foi produzido deduz-se que os nomes dados aos livros não coincidem com a realidade.
Circunstancias em que foram produzidos.
As circunstancias em que os apócrifos foram produzidos eram diversas. Dentre as muitas circunstancias, destacamos estas: Após os últimos profetas (Ageu, Zacarias e Malaquias) a profecia emudeceu. Depois de Malaquias, os judeus não receberam uma palavra por parte de Deus. No silêncio da voz divina, multiplicaram-se as palavras humanas. Um segundo elemento contributivo foi a dispersão dos judeus desde Nabucodonosor. Foram separados do templo e sua hegemonia foi quebrada. A força de suas tradições foi enriquecida. Eles abandonaram velhos costumes, adquiriram riquezas, espalharam-se pelo mundo, mas sempre se lembrando de Jerusalém. Desta nostalgia nasceram muitos livros apócrifos. O conteúdo de diversos apócrifos é uma tentativa de harmonizar o que Deus prometeu nos profetas com as contingencias da época em que viviam. A literatura apócrifa multiplicou-se. Os apócrifos apareceram tanto para conclamar o povo a se unir a fim de reivindicar os seus direitos ultrajados por estrangeiros impiedosos, como para cantar as vitorias concedidas por Deus.
Lista dos apócrifos do antigo testamento.
Os apócrifos dividem-se em três grupos:
1-        Históricos;
2-        Didáticos;
3-        Apocalípticos.
Em nosso estudo, a literatura apócrifa vem ao nosso auxilio fornecendo-nos dados históricos e mostrando-nos o ambiente do Período Intertestamentário.
A matéria dos apócrifos.
3Esdras
Na Septuaginta, os livros canônicos de Esdras e Neemias são designados respectivamente 1Esdras e 2 Esdras.
4Esdras
Afirma-se que tenha sido escrito em grego e depois traduzido para o latim, mas até hoje só foi encontrada a parte latina.
1-2 Macabeus
Considera-se I Macabeus, de autor desconhecido, o mais importante dos apócrifos. Não se sabe quando foi escrito.
Tobias
É um livro de história.
Judite
Esse livro é uma exortação. Nota-se nele grande influencia farisaica.
Eclesiástico
Afirma-se que é o principal ou a fina flor dos apócrifos. Está incluído na Septuaginta com o nome de Sabedoria de Jesus, filho de Sirac. É filosofia prática. Afirma-se que Eclesiástico exerceu alguma influencia no cristianismo, principalmente na carta de Tiago.
Sabedoria de Salomão
Não se conhece o autor desse livro. Deduz-se que seu autor era um fervoroso adepto da religião judaica.
Baruque
Esse apócrifo, escrito em Babilônia no século V após a destruição de Jerusalém, é pálida imitação do profeta Jeremias.
Enoque
Trata-se de um livro apocalíptico. Dentro desse gênero, há críticos que o reputam como o principal, o mais importante. Esse livro é chamado de I Enoque para distinguir de Segredos de Enoque, que mais tarde foi denominado de II Enoque.
Apocalipse de Baruque
Supõe-se que o livro conhecido como Apocalipse de Baruque foi escrito logo após a destruição de Jerusalém pelos babilônicos.
Testamento dos doze patriarcas
Esse livro foi encontrado em 1300 A.C, num manuscrito grego do século X. Os críticos se dividem quanto ao tempo em que esse livro foi escrito.

Conclusão
Se desejar ler os demais apócrifos, examine o grande comentário de Lange, em inglês, especialmente o volume sobre os apócrifos. A leitura dessa literatura, do ponto de vista histórico, é de inestimável valor para a compreensão do estudo desse período.


2:Antecedentes históricos: de Abraão a Malaquias.
O mundo antes de Abraão
A Bíblia afirma que o vale da Mesopotâmia foi o berço da primitiva civilização. A humanidade começou as margens do Tigre e Eufrates, antes de depois do diluvio (Gn2; 10). Creio que os três filhos de Noé nunca saíram do vale da Mesopotâmia, mas seus descendentes sim: os de Cam foram para a África, os de Jafé foram para a Europa e os de Sem continuaram na Ásia. Encontramos, todavia, jefitas na Ásia e África, semitas na África e camitas na Ásia. Aparece no vale da Mesopotâmia, ou já existia nele, um povo meio misterioso, hoje identificado como acádio ou acadiano, que tinha muito semita e não menos camita. Os acádios venceram os sumerianos pelas armas; os sumerianos venceram os acádios pela cultura. Esses dois povos se miscigenaram e deram origem a uma terceira civilização conhecida como acádio-sumeriana. Uma parte desse povo deu origem à Caldeia, cuja capital foi Babilônia.

Abraão: o filho ilustre de Ur dos Caldeus.
Ao sul da Babilônia, nas imediações do Golfo Pérsico, ficava Ur, também chamada “Ur dos Caldeus”. Famosa por seus ídolos-deuses, suas colossais construções, seus reis notáveis, seus templos grandiosos. Essa cidade foi berço natal do patriarca Abraão. Dessa antiga civilização, Deus chamou o homem Abraão para nele começar um povo. De Ur, Abraão foi para Harã. Embora a Bíblia não mencione datas, a arqueologia hoje pode provar que Abraão viveu de 2100 a 1925 A.C.

De Abraão a Moisés
Depois da morte de Abraão, Isaque o filho da promessa, lhe sucedeu. A civilização egípcia, tão adiantada e desenvolvida para a época, exerceu sem duvida, grande influencia na vida e no destino dos filhos de Abraão. Depois de centenas de anos de escravidão, Deus enviou a Moisés.

Período da conquista
Depois da morte de Moisés, Josué, filho de Num, assume o comando e conduz os israelitas a Canaã.

Período dos juízes
Com a morte de Josué, filho de Num, em 1360 A.C, começa o período dos juízes. A nação de Israel vive épocas de apostasia e declínio espiritual. Em cada um desses momentos difíceis, Deus suscita “juízes” para libertar o povo do domínio do inimigo. O período termina com Samuel, o profeta juiz, em 1045 A.C.
Reino unido
Saul foi ungido por Samuel, o ultimo juiz, mas Saul foi rejeitado por Deus. Samuel ungiu o novo rei escolhido por Deus: Davi (1010 A.C). Com a morte de Davi, seu filho Salomão torna-se rei de Israel.

Reino dividido
Com a morte de Salomão, seu filho Roboão assumiu a monarquia; o reino foi dividido em duas partes.

Reino do norte (Israel)
Dez tribos mais a meia tribo de Benjamim rebelaram-se contra Roboão e formaram o Reino do Norte ou Israel, cuja capital passou a ser Samaria. O rei da Assíria destruiu Samaria e dispersou os israelitas por terras estrangeiras. Todo o povo das dez tribos foi absolvido pelas nações orientais.

O Reino do Sul (Judá)
Depois da queda de Samaria, Judá, como nação, durou aproximadamente cento e poucos anos.

O cativeiro babilônico
Depois de vários avisos por meio de profetas, eles foram levados cativos de três sucessivas deportações. Em Babilônia, país estrangeiro, tudo é diferentes: novos costumes, nova língua, nova influencia. Os judeus continuaram a praticar alguns serviços religiosos. Preservaram com muito cuidado as genealogias sacerdotais e reais. Essa preservação ajudaria na identificação do Messias. Os anos de Cativeiro converteram-nos em hábeis comerciantes.

Finalidade do exilio
A bíblia afirma que o cativeiro babilônico veio ao povo judeu como consequência imediata do pecado. Foram a Caldeia por causa da idolatria, e na metrópole dos deuses afligiam-se por causa dos ídolos. A finalidade principal do exilio babilônico, portanto, foi “punir” e “educar” o povo de Deus.

Profetas do exilio
Dos três ofícios da teocracia israelita – profeta, sacerdote e rei – apenas a voz do profeta sobreviveu. A contribuição profética desses homens de Deus para conservar a esperança dos desterrados foi imensa. Os profetas do cativeiro são os sustentáculos de todo o edifício do povo de Deus.

Retorno e restauração até Malaquias.
Babilônia, em 538 A.C, sob o comando de Ciro, o persa. Em 535 A.C, os judeus tiveram permissão de retornar a Jerusalém. Foi o fim do cativeiro de 70 anos. Depois de Malaquias, começou o silencio profético de 400 anos, que só viria a ser interrompido com a pregação de João Batista.


3: Período Persa.
Com p fim do Império Babilônico, o Império Persa assume o papel de superpotência. O rei persa liberou os filhos de Israel, não apenas os cativos da Babilônia, mas de outras regiões. Ciro proclamou um decreto neste termo: os judeus que desejassem voltar à sua pátria poderiam contar com as garantias do rei. Atendendo ao decreto, Zorobabel, da linhagem real, e Josué, da linhagem sacerdotal, voltaram chefiados na primeira leva de 50.000 judeus.

Os judeus sobre o domínio persa. Dedicação do templo e Jerusalém.
Mais ou menos em 520 A.C, Deus enviou profetas Ageu e Zacarias para exortar o povo e fazer tudo pela reconstrução do templo. Por fim, em 516 A.C, para a alegria geral dos judeus, a Casa do Senhor foi edificada.

Na Babilônia.
Durante o tempo em que estiveram sobre o domínio babilônico, alguns judeus desfrutaram de grande influencia na corte, e isso continuou sobre o domínio persa. Os judeus desfrutavam de completa liberdade sob os medo-persas.

No Egito
Um grande número de judeus deixados em Judá por Nebuzaradã foi ao Egito contra a vontade do Senhor Deus.

Lideres: Esdras e Neemias
Depois de Zorobabel, uma leva de milhares de judeus retornou a Jerusalém com Esdras em 458 A.C, e com Neemias em 445 a.C. Esdras chegou a Jerusalém mais ou menos em 458 a.C. Ele Restaurou o culto santo. Neemias conduziu de Babilônia a Jerusalém o terceiro grupo de judeus.

Idolatria destruída
O cativeiro assírio acabou com a idolatria das dez tribos do Norte. O cativeiro babilônico curou para sempre os judeus do pecado da idolatria.

Exclusivismo judaico
O exclusivismo judaico desenvolveu-se durante o cativeiro, mas suas raízes perdem-se nos primórdios da raça. O judeu jugava-se superior aos demais povos. Seu Deus era deles de forma exclusiva, bem como sua religião. Esse exclusivismo degenerou em orgulho.

A observância e o respeito à Lei de Moises
Desde Esdras, a Lei tornou-se padrão de bom viver, de amor o piedade. Começa nesse tempo o movimento que ficou conhecido com o nome de escribismo. Quando os exilados foram repatriados, nota-se separação profunda entre “escribas” e “sacerdotes”. A linha de separação entre escribas e sacerdotes se acentua de maneira espantosa e reflete depois nos dois judaísmo: o de Jerusalém e o helênico. O sacerdotismo sofreu radicais transformações. No tempo de Moises, era uma questão puramente religiosa, espiritual. Agora, após o exilio, trata-se de algo inteiramente politico. O sacerdotismo cai intensamente e o escribismo sobe e ocupa posição de destaque e é recebido pelo povo como força espiritual.

O culto publico
1.         Antes do exilio. Os israelitas tinham seu modo de adorar a Deus, como se vê nos patriarcas. No Egito, o povo possivelmente adorava a Deus no templo de Seraquite.
2.         Durante o exilio. Os judeus podiam adorar livremente o Senhor.
3.         Depois do exilio. Nem todos os judeus voltaram para a sua pátria com o edito de Ciro. Impelidos a prestar culto ao Senhor, os judeus começaram em cada cidade a se reunir em casa de uma família e liam ali. Surge então a “sinagoga”.

Revitalização da esperança messiânica
A esperança messiânica é matéria que permeia todo o Antigo Testamento. No tempo de Jesus, o povo esperava o messias (temporal) que libertaria os judeus do jugo romano. Hoje, os judeus o esperam como restaurador.

Influencias doutrinárias
De modo geral os caldeus e os persas não exerceram influencia sobre as doutrinas dos judeus. O que se observa é o desenvolvimento de certas doutrinas, porque a revelação é progressiva.

Costumes modificados
Os judeus, com certeza, modificaram um pouco seus costumes. A família, em sua estrutura, não foi alterada, mas no geral, os costumes, os usos e as tradições judaicos foram mantidos pelos filhos de Israel em todo o mundo.

Uma nova língua
Os judeus na Babilônia perderam o belo hebraico. Hoje não sabemos a pronuncia de diversas palavras hebraicas do Antigo Testamento pelo fato de os judeus terem abandonado a língua de Moises.


4: Período Grego.
Os medos-persas foram conquistados por Alexandre, o Grande, da Macedônia. Os judeus agora estava sob novo domínio.

Grécia e Macedônia
Atenas e Esparta eram os pilares políticos da Grécia. Mas a rivalidade entre elas as enfraqueceu, o que abriu caminho para a supremacia de Tebas, com a morte se seus poderosos generais, Tebas foi condenada ao ostracismo. Surge no cenário a Macedônia. Alexandre Magno, ou “o Grande” assumiu o governo do Império Macedônio aos 20 anos. Alexandre fora educado aos pés de Aristóteles.

O século de Alexandre
Dizem que Aristóteles aconselhou-o um dia que tratasse os gregos como homens livres e os orientais como escravos. Alexandre no reinado de 13 ou 14 anos, ele lançou as bases de uma nova civilização, contribuiu de um modo especial para o advento de Jesus. Sua maior ambição era espalhar por todo o mundo a civilização e a língua gregas. A cultura e língua grega deram ao mundo certa uniformidade a facilitaram o intercambio entre os povos.

Os sucessores de Alexandre e os judeus
O macedônio não deixou sucessor direto. Depois de muitas guerras entre seus generais, o império foi assim dividido: o Egito coube a Ptolomeu; a Síria a Seleuco; a Macedônia a Cassandro; e a Trácia a Lisímaco.

Os ptolomeus
Ptolomeu I ou Sóter
Por um subterfúgio, em 320 A.C, ele tomou para si a terra dos judeus, que estava sob domínio da Síria.

Ptolomeu II ou Filadelfo
Reinou de 285 A.C a 247 A.C. Com seu cognome expressa, ele foi bom para os judeus (“Filadelfo” significa “Amigo do Irmão”). A Septuaginta, a primeira tradução do Antigo Testamento para a língua grega, apareceu nesse período.

Ptolomeu III ou Evergetes
Evergetes era filho de Filadelfo. Sucedeu a seu pai em 247 A.C, e reinou até 222 A.C. Foi o maior dos ptolomeus.

Os selêucidas
“Selêucida” é a designação dada aos reis sírios, sucessores de Seleuco. Os selêucidas começaram a reinar na Judéia em 198 A.C.

Antíoco III
Também chamado de “o Grande”, Antíoco III tomou a Palestina das mãos de Ptolomeu V. Antíoco IV ou Epífanes.
Com a morte de Antíoco III, seu filho Seleuco IV assumiu o reinado. Antíoco Epífanes foi um grande perseguidor dos judeus, deram-lhe o nome de Epífanes, o Louco. O seu atriz governo gera a Revolta dos Macabeus.

Idioma
A língua grega foi implantada na Palestina nas dominações dos ptolomeus e dos selêucidas.

Poder
No tempo de Antíoco Epífanes, a Palestina compreendia um território menos que o antigo Judá.

Um comentário:

  1. Oi adorei.. muito obrigado, me fez se interessar pelo livro....mas vc já leu o livro reverso escrito pelo autor Darlei... se trata de um livro arrebatador...ele coloca em cheque os maiores dogmas religiosos de todos os tempos.....e ainda inverte de forma brutal as teorias cientificas usando dilemas fantásticos; Além de revelar verdades sobre Jesus jamais mencionados na história.....acesse o link da livraria cultura e digite reverso...a capa do livro é linda ela traz o universo de fundo..abraços. www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?

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